Uma obra de 15 andares no Ingá começou com um problema: o solo mudava completamente a cada 8 metros de profundidade. A sondagem anterior, feita sem critério, não mostrava isso. O resultado foi uma fundação subdimensionada que precisou ser revista às pressas. Em Niterói, a transição entre maciço rochoso, colúvio e areias de restinga é brutal — e só o SPT bem executado consegue capturar essas viradas. O ensaio SPT (Standard Penetration Test) é o ponto de partida para qualquer projeto geotécnico na cidade, e nosso laboratório acreditado ISO 17025 aplica a ABNT NBR 6484:2020 com rigor. Para perfis muito argilosos onde o SPT perde sensibilidade, combinamos com o ensaio CPT, que oferece leitura contínua da resistência de ponta.
O NSPT em Niterói costuma variar de 2 a 15 nos primeiros 6 metros — ignore essa variabilidade e o recalque diferencial aparece antes da entrega da obra.



